O polegar do engenheiro, foi o primeiro, foi aquele que saiu da mente de Sir Arthur Conan Doyle, fiquei tão admirado que passei a ler com afinco toda a obra de Sir. Doyle, a admiração que tinha por ele ter criado o maior detetive ficcional da literatura era enorme, eu consumi toda a obra em menos de um ano, os quatro romances e os vários contos de Sir. Sherlock Holmes e Sir. Watson prendeu a minha admiração por anos, mais ou menos dois anos, até descobrir outros autores.
Mas,
o que eu admirei tanto nesta primeira obra?
• A
fluidez do movimento;
• O
charme de ser um detetive consultor e a rua Baker Street;
• A forma
admirável como é tratado o conhecimento, os debates entre Watson e Sherlock
Holmes e a angústia dos seus clientes;
•
Por fim, a Navalha de Occam que traz precisão e luz sobre o óbvio que muitos
vezes é desprezado, fica no anonimato e aparece como ponto principal em uma
investigação.
• A
conclusão, o desejo de ver o caso solucionado após ter sido elucidado
mentalmente e com provas minuciosas.
• Me
decepcionei com o fim da investigação, mas um ato não concluído cria na mente um desejo de solução, por isso, não a esqueci até hoje.
Neste
caso, os criminosos não foram presos e fugiram, mas tiveram sua ação comprometida
devido a investigação que nasceu de uma noite de trabalho em uma casa distante dos
grandes centros da Inglaterra e que gerou grandes problemas ao técnico ou ao
engenheiro responsável pelo conserto de uma máquina muito estranha e como ao
fugir dos seus contratantes perdeu o polegar, chegou até a Rua Baker Street 221
B, em uma madrugada, dando início a uma rápida e intrigante investigação.
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